segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Dia 07 Set 2015

Começarei aqui uma narração enigmática dos sonhos constantes. Fazem anos que sonho com histórias, fábulas, mortes. Mas os sonhos de hoje me fizeram vir aqui escrever.

 Era um orfanato medieval, uma garota recebia fregueses para leituras magicas. Um homem (gordo, bigodudo, de sobretudo), se revoltou com o esclarecimento de uma traição, "ela te traiu" a garota disse.
O homem foi pedir uma atitude da diretora do orfanato, uma mulher velha e bruxa. A sábia, respondeu rapidamente, o senhor é quem vem procurar concelhos com uma criança órfã.

Fogo, fogo, fogo.

A cidade era construída em um castelo, ou uma fortaleza... Neste ponto, ouvimos as pessoas gritando e jogando carne podre, frutas. As crianças pulavam da fortaleza, a Diretora, a menina, o cabeçudo, o branquelo, a cumprida e mais umas mil. Uma queda assombrosa. Vi alguns caindo nas tendas de pele de carneiro, outros em estábulos.

A Diretora estava viva, correndo, puxando os vivos para correrem. uns 5 vivos. 7, não sei dizer. Entramos em um reino, reino meio místico com uma coloração esverdeada e avermelhada, as vezes roxeada. Um rei coberto de luxúrias, trepando com "não sei quantas" ao mesmo tempo.

Os órfãos foram levados a presença do rei, e lá as pessoas semi nuas caladas, esperaram as ordens do rei. Ele mandou por um chapéu, chapéu de cabeça de ovelha, acho que era uma ovelha, ou talvez um morcego branco (não identifiquei). A garota que agora se mostrava com uns 15 anos (a que recebia pessoas pelos poderes mágicos), falou alto, posso usar esse chapéu para sempre?

Um silêncio dominou o saguão, ouviu-se um burburijo de umas criadas peitudas. O rei riu alto e mostrou-se jovem, loiro, alto, um pouco calvo perto da coroa. O sorriso era resplandescente. dispensou todos, a sala ficou vazia, ele e a garota. De longe gritou, " - Por onde andava alter ego?"

A menina ficou com cara de tonta, mas depois de ouvir as palavras do rei, foi tomada por um desejo sexual. Ajoelhou-se e pediu para que ele a tivesse. O rei se revoltou e disse: Já me deitei demais, não me interessa seu corpo. Começou a chover, chover, e de tão alto o narrador não conseguiu ouvir o que a garota disse no ouvido do rei. Só se viu uma claridade, um raio, e chuva de sangue.

Sensação final... Vazio. 

SEGUNDO SONHO: No mesmo dia, depois de uma chuva de sangue, me deitei e tentei dormir. Inútil essa ideia de dormir. Esse sonho foi muito mais palpável. Não sei bem como começou. Alguém se envolveu com alguém... a moça estava enrascada, mas ela era casca grossa, tinha abandonado tudo por isso. Um homem, forte, nu, cheirando madeira.

Vestindo sua roupa e dando-lhe afazeres na casa. Uma casa cheia de homens, de pessoas, criadas... era uma casa estranha. Muitas mesas, muitas janelas, muitas pessoas. Todos respeitavam o rapaz, haviam de tudo quanto é tipo. A moça foi arrumar o quarto do lorde ( assim chamavam o jovem ). No quarto dele, haviam muitos equipamentos de arma, roupas e no fundo uma mulher, uma mulher viva pendurada, amarrada pela boca, ela parecia estar bem, gostar daquilo.

ão pensei que estava viva até tocá-la. (Este sonho eu transcendi entre a moça 1, a mulher na parede) Nos outros cômodos a moça conversou com uma outra moça específica, vou chamá-la de C. a C. deu mil concelhos e disse "Você sabe que eles são vampiros, chegou aqui porque eles gostaram de você". Eu devo ter ficado presa nesse sonho por anos, esse sonho tinha rotina, trabalho, a moça 1 que agora era dominada pelo narrador, foi traficar órgãos, largou de vez tudo e foi viver com os vampiros. No sonho passou alguns anos.

 A mulher no teto, pediu para que o lorde a desamarrasse, pois ela já tinha dado o que ele queria, desejo e amor separados. Mas esses sentimentos para se completarem precisavam andar juntos. O lorde ficou muito bravo, eu estava lá, eu e mais um milhão... ele disse não, ele disse que a caçada não tinha terminado. A mulher da parede fechou os olhos... eu vi uma luz dourada sair dela. era dourado brilhante!! Naquela noite, um jantar cerimonial, a personagem C. ia virar um vampiro.

Quando foi servido o sangue, umas deusas se apossaram dos corpos das empregadas, lembro que meu corpo foi preenchido por uma negra, uma negra linda de olhos amarelos. A mulher da parede foi desamarrada o lorde se sentiu mal e os vampiros começaram a morrer, uma matança total, sem piedade. O lorde parecia ter se tornado humano desta vez.

Ele pediu perdão e a mulher da parede o levantou plainando no ar. "O desejo e o amor devem andar juntos"

Sensação final: Amor 


Todos os direitos reservados à mim. Estes foram dois sonhos que eu tive da noite de Domingo para Segunda.

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